Mestre Cantídio
- Onde fica
- Arraial do Candeeiro (x 153, y 111)
- O que faz
- conversa e história
- Diz ao chegar
- “Chegue, cabra, chegue! Sou cordelista, conto a história do sertão em verso rimado. Quer ouvir, ou tem serviço pra mim?”
O que perguntar
Diga oi perto dele e depois uma destas palavras (no jogo elas aparecem clicáveis).
| Palavra | Resposta |
|---|---|
| história | No tempo da seca grande, o Coroné cercou o sertão de arame e comprou até a chuva. Foi aí que apareceu o Candeeiro. Quer saber do cangaço? |
| cangaço | Cangaço é o bando que não se ajoelha. Uns chamam de bandido, outros de herói. O cordel chama de gente. Mas cuidado com a volante. |
| volante | Soldado de chapéu de couro, pago pelo governo, às vezes pelo Coroné. Bando e Volante vivem em guerra. |
| guerra | Na Fazenda e no Raso a briga é aberta. Cada semana uma facção canta vitória. Eu só escrevo o verso. |
| coroné | Dono do açude, dono da estrada, dono até do vento. Mas a Grota da Seca ele não domina: foi lá que se escondeu. |
| candeeiro | "Um candeeiro aceso na noite do sertão / vale mais que o ouro do Coroné na mão." Esse verso é meu, pode espalhar. |
| grota da seca | Dizem que a seca abriu a terra e de dentro saiu um bafo quente que mata planta. Só vai lá quem já é lenda. |
| cordel | Cordel é folheto pendurado no barbante da feira. Xilogravura na capa, verso de sete sílabas dentro. É o jornal do sertão. |
| serviço | Pra fazer cordel bonito preciso de cor e de verdade. Diga missão. |
